diff --git a/Capitulo1.md b/Capitulo1.md index 180000b..20d77d6 100644 --- a/Capitulo1.md +++ b/Capitulo1.md @@ -7,27 +7,27 @@ Há vários jeitos de abrir um terminal na interface gráfica. Mas, se você est Se conseguir abrir, vai aparecer um console como na imagem abaixo. ![terminal](https://github.com/josuegrace05/Code/blob/master/terminal.png) -A partir de agora nós vamos apresentar o texto que aparece no terminal no formato seguinte: +A partir de agora nós vamos apresentar o texto que aparece no terminal no seguinte formato: >josuegrace@josuegracestudy:~$ -Você ainda não escreveu nada porém, o computador já fala bom-dia para você do seu jeito. O que você está vendo é o que se chama de **prompt de comando**. É uma mensagem que convida você a entrar um comando. Ele sempre aparece antes de você digitar um comando. +Você ainda não escreveu nada porém, o computador já fala bom-dia para você do seu jeito. O que você está vendo é o que se chama de **prompt de comando**. É uma mensagem que convida você a inserir um comando. Ele sempre aparece antes de você digitar um comando. -Agora, decortiquemos mais um pouco esse prompt de comando porque ele é muito interressante: +Agora, analisemos mais um pouco esse prompt de comando pois ele é muito interressante: * josuegrace: esse é o seu nome de usúario. É o pseudônimo no qual você está logado. Com efeito, lembrem-se: é possível criar várias contas de usuário no Linux. É geralmente aconselhado gerar uma conta por cada pessoa que vai usar o computador (um por cada membro da família, por exemplo). Nós veremos mais tarde como adicionar contas de usúarios. -* @ : esse símbolo não indica nada de particular. É o símbolo "at" que significa "em". Assim, se ler o prompt de comando da esquerda para direita, devemos então entender "josuegrace em". +* @ : esse símbolo não indica nada em particular. É o símbolo "at" que significa "em". Assim, se ler o prompt de comando da esquerda para direita, devemos então entender "josuegrace em". * josuegracestudy: esse é o nome do computador que você está usando. No meu caso ele se chama **josuegracestudy**, porém eu poderia dar um outro nome qualquer durante a instalação. -* :: esse símbolo não tem nada de especial. É apenas um seprador. +* :: esse símbolo não tem nada de especial. É apenas um separador. * ~: esse símbolo é a pasta na qual você está atualmente. Você pode navegar de pasta em pasta dentro do console e é muito útil que lembre sistematicamente para você onde você está antes de cada comando. O símbolo **~** significa que você está na sua pasta pessoal, o qual geralmente chamamos de "home" no Linux; é o equivalente da pasta "Meus documentos" do Windows. Nós estudaremos com mais detalhes o funcionamento das pastas no Linux no próximo capítulo. -* $: esse último símbolo é muito importante; ele indica o seu nível de autorisazão na máquina. Ele pode tomar duas formas diferentes: +* $: esse último símbolo é muito importante; ele indica o seu nível de autorização na máquina. Ele pode tomar duas formas diferentes: * $: significa que você está como um usuário "normal", com direitos limitados (ele não pode modificar os arquivos mais importantes do sistema). A minha conta **josuegrace** é então uma conta normal com direitos limitados; @@ -37,7 +37,7 @@ Em resumo, uma vez que você fala a mesma língua que o prompt de comandos, voc ## Comandos e parâmetros -Dentro do console, trabalhamos com o que chamamos de **comandos**. Estes sendo ínumeros e você não consegue conhecer todos e não é isso o objetivo. O obejtivo é que você saiba de cor como usar a maiora dos comandos "comuns" e, para os menos comuns, que você seja capaz de aprender a usar lendo o manual de uso. +Dentro do console, trabalhamos com o que chamamos de **comandos**. Estes sendo ínumeros e você não consegue conhecer todos e não é esse o objetivo. O obejtivo é que você saiba de cor como usar a maiora dos comandos "comuns" e, para os menos comuns, que você seja capaz de aprender a usar lendo o manual de uso. O manual de uso é **a verdadeira bíblia para usúarios de Linux**. Porque é simplesmente uma ferramenta de referência, ali podemos encontrar a resposta para TODAS suas perguntas sabendo como ler o manual. @@ -114,14 +114,14 @@ Os parâmetros com várias letras são precedidos de dois traços, assim: >comando --parâmetro Desta vez, não tem escolha: se você quer colocar vários parâmetros longos, você deverá colocar um espaço entre eles: ->comando --parâemtro1 --parâmetro2 +>comando --parâmetro1 --parâmetro2 Pode também combinar os parâmetros longos e os parâmetros curtos dentro de um comando: > comando -daUh --outroparametro > Existe às vezes duas escritas possíveis para um parâmetro de comando: uma versão curta e uma versão longa. Isto permite deixar a escolha segundo o que você prefere entre um ou o outro. -Testamos isso com o comando ls junto com o parâmetro **--all**, que siginifica tudo em inglês: +Testemos isso com o comando ls junto com o parâmetro **--all**, que siginifica tudo em inglês: >josuegrace@josuegracestudy:~$ ls --all . .gconfd .mozilla-thunderbird @@ -179,7 +179,7 @@ O Linux possui tantos comandos diferentes que é difícil de se perder e de esqu A primeira coisa a saber é o autocomplete de comando. Tomamos por exemplo o comando `date`: você não lembra mais como se escreve porém, você lembra das primeiras letras do comando. -Basta digitar "`da`" na console, e digitar duas vezes na tecla **Tab** na esquerda do seu teclado. E o resultado é o seguinte: +Basta digitar "`da`" no console, e digitar duas vezes na tecla **Tab** na esquerda do seu teclado. E o resultado é o seguinte: > josuegrace@josuegracestudy:~$ da dash date @@ -196,9 +196,9 @@ O mais interessante ainda é quando só há um resultado na sua busca, o computa Display all 2173 possibilities? (y or n) Muito brutal, não é ? -Há 2 173 comandos disponíveis no meu computador. Mais eu instalar programas, mais terei comandos disponíveis. Não esperem então conhecer todos eles, novos programas saem todo dia. +Há 2 173 comandos disponíveis no meu computador. Quanto nais eu instalar programas, mais terei comandos disponíveis. Não esperem então conhecer todos eles, novos programas saem todo dia. -Nesta pergunta, você pode responder "**y**" (yes) e a lista vai aparecer página por página. Alguns atalhos a saber quando uma lista aprece página por página: +Nesta pergunta, você pode responder "**y**" (yes) e a lista vai aparecer página por página. Alguns atalhos a saber quando uma lista aparece página por página: * aperte *Espaço* para ir na página seguinte; * aperte *Entrar* para ir na linha seguinte; @@ -212,7 +212,7 @@ Muitas vezes necessitamos achar um comando que já digitamos há alguns minutos Esse atalho vale ouro: aperte a tecla com a flecha em direção para cima; você verá reaparecer o último comando que entrou. Se você digitar de novo a mesma tecla, aparecerá o penúltimo comando que entrou, e depois o que entrou antes do penúltimo, assim por diante. -Se você apertar a tecla com flecha em direção para baixo, vão aprecer os comandos mais recentes. +Se você apertar a tecla com flecha em direção para baixo, vão aparecer os comandos mais recentes. Se quiser voltar mais longe no histórico dos comandos, nem precisa apertar cem vezes na tecla "para cima". Existe o comando **`history`** que mostsra o histórico dos comandos. > @@ -222,27 +222,27 @@ Se quiser voltar mais longe no histórico dos comandos, nem precisa apertar cem 155 ls --all 156 history -O último comando sempre vai ser *history*. Você vai notar que os comandos são numerotados; assim, você pode saber que `date` é o 152o comando que entrei no terminal. +O último comando sempre vai ser *history*. Você vai notar que os comandos são numerados; assim, você pode saber que `date` é o 152o comando que entrei no terminal. **Ctrl + R**: busca um comando com algumas letras. No caso em que a tecla "para cima" e o comando `history` não bastam para achar uma velho comando que eu já digitei; há um atalho muito útil: -*ctrl +R*. Aperte então nas teclas *Ctrl* e *R* ao mesmo tempo e o computador se colocará em modo "busca de um comado digitado". Você então pode digitar qualquer série de letras de um velho comando. Por exemplo, digite "*Ctrl + R*" e depois digite "*all*". O Linux vai achar o comando "`ls --all`" que contém jsutamente a palavra "*all*". Agora é só digitar *Enter* para entar novamente o comando. +*ctrl +R*. Aperte então nas teclas *Ctrl* e *R* ao mesmo tempo e o computador se colocará em modo "busca de um comado digitado". Você então pode digitar qualquer série de letras de um velho comando. Por exemplo, digite "*Ctrl + R*" e depois digite "*all*". O Linux vai achar o comando "`ls --all`" que contém justamente a palavra "*all*". Agora é só digitar *Enter* para entrar novamente o comando. > (reverse-i-search)'all': ls --all Se não é o comando que está procurando, aperte novamente "*Ctrl + R*" para subir na lista de comandos que contêm "*all*". ## Alguns atalhos práticos do teclado. -Não pode parecer porém, o console do Linux proprõe uma quantidade incrível de atalhos de teclado. Isto ajuda a ir muito rápido no que estamos fazendo. +Não pode parecer porém, o console do Linux propõe uma quantidade incrível de atalhos de teclado. Isto ajuda a ir muito rápido no que estamos fazendo. Aqui está uma lista de alguns deles que você deve saber. * **Ctrl + L**: Apaga o conteúdo do console. Muito útil para limpar o console quando ele está cheio. Existe também o comando *clear* que faz exatamente a mesma coisa. -* **Ctrl + D**: envia a mesnagem de *EOF* (fim de arquivo) para o console. Se você apertar este atalho numa linha de comando vazia, isto fechará a console em uso. Existe também o comando `exit` que tem o mesmo efeito. +* **Ctrl + D**: envia a mensagem de *EOF* (fim de arquivo) para o console. Se você apertar este atalho numa linha de comando vazia, isto fechará o console em uso. Existe também o comando `exit` que tem o mesmo efeito. -* **Shift + PgUp**: permite para subir nas mensagens enviadas para o console. Em modo gráfico, é possível também fazer isso com o mouse. +* **Shift + PgUp**: permite subir nas mensagens enviadas para o console. Em modo gráfico, é possível também fazer isso com o mouse. * **Shift + PgDown**: A mesma coisa porém, para descer. Os atalhos a seguir são úteis quando você está digitando um longo comando. @@ -256,4 +256,4 @@ Os atalhos a seguir são úteis quando você está digitando um longo comando. Esta lista vai parar aqui. Já são bastante coisas para decorar. Outros atalhos vamos descobrir ao longo do curso. -Aconselhamos que treine para os decorar. Isto tornará você mais eficaze! +Aconselhamos que treine para os decorar. Isto tornará você mais eficaz! diff --git a/Capitulo2 .md b/Capitulo2 .md index 7921cfe..3675011 100644 --- a/Capitulo2 .md +++ b/Capitulo2 .md @@ -1,12 +1,12 @@ # A estrutura das pastas e dos arquivos -Para começar, as coisas no Linux não funcionam da mesma foma que no Windows. No entanto, saber como ir de pasta em pasta e saber listar os arquivos é muito improtante! Por causa disso, nós vamos juntos o funcionametno dos arquivos a partir de agora. +Para começar, as coisas no Linux não funcionam da mesma foma que no Windows. No entanto, saber como ir de pasta em pasta e saber listar os arquivos é muito improtante! Por causa disso, nós veremos juntos o funcionamento dos arquivos a partir de agora. ## Organização das pastas -------- -O sistema que gerencia os arquivos no Linux é pouco complicado no começo sobretudo quando estamos acostumado com o Windows. Com efeito, aqui você não vai encontrar `C:\`, `D:\` ou algo parecido. Os arquivos são organizados de uma maneira completamente diferente. +O sistema que gerencia os arquivos no Linux é um pouco complicado no começo, sobretudo quando estamos acostumados com o Windows. Com efeito, aqui você não vai encontrar `C:\`, `D:\` ou algo parecido. Os arquivos são organizados de uma maneira completamente diferente. Em vez de separar cada dísco rígido, leitor de CD, leitor de disquete, leitor de memória... O Linux "coloca" meio que tudo no mesmo lugar. @@ -17,9 +17,9 @@ O Linux "coloca" meio que tudo no mesmo lugar. Para simplificar, existe dois grandes tipos de arquivos no Linux: -* **os arquivos clássicos** : são os arquivos você sabe, envolve os arquivos de texto (`.txt`, `.doc`, `.odt`...), de som (`.wav`,`.mp3`, `.ogg`), mas também os arquivos de programa. Sumo, tudo isso são arquivos você conhece e encontra no Windows; +* **os arquivos clássicos** : são os arquivos que você conhece, envolvem os arquivos de texto (`.txt`, `.doc`, `.odt`...), de som (`.wav`,`.mp3`, `.ogg`), mas também os arquivos de programa. Em suma, todos eles são arquivos que você já conhece e encontra no Windows; -* **os arquivos especias** : alguns arquivos são especias pois **representam** alguma coisa. Por exemplo, o seu leitor de CD é um arquivo para o Linux. Ali onde o Windows faz a diferença entre o que é arquivo e o que não é, Linux, ele, diz que **tudo é arquivo**. É um concepção muito diferente, um pouco bizara, mas não se preocupe, você vai se acostumar isso. +* **os arquivos especias** : alguns arquivos são especias pois **representam** alguma coisa. Por exemplo, o seu leitor de CD é um arquivo para o Linux. Aqui é onde o Windows faz a diferença entre o que é e o que não é arquivo. No Linux ele diz que **tudo é arquivo**. É um concepção muito diferente, um pouco bizara, mas não se preocupe, você vai se acostumar isso. #### A Raíz @@ -31,40 +31,40 @@ No Linux, **há uma e somente uma única raiz** : "`/`". Como você pode ver, n #### A arquitetura das pastas -No Windows, uma pasta pode ser representada da maneira seguinte: -`C:\Program Files\Winzip`. Podemos dizer que `Winzip`é uma subpasta da pasta `Program Files`, que ela mesma está na raiz. +No Windows, uma pasta pode ser representada da seguinte maneira: +`C:\Program Files\Winzip`. Podemos dizer que `Winzip`é uma subpasta da pasta `Program Files`, que ela mesma está na raiz. -Você notar que é a barra invertida `\` (também chamado de *backslash*) que serve de separador aos nomes das pastas. +Você pode notar que é a barra invertida `\` (também chamado de *backslash*) que serve de separador aos nomes das pastas. -No Linux, é ao contrário o `/`que serve de separador. Como já dizemos, não há um `C:`no Linux, a raiz (o começo) se chama apenas `/`. +No Linux, é ao contrário o `/`que serve de separador. Como já dissemos, não há um `C:`no Linux, a raiz (o começo) se chama apenas `/`. -A pasta do nosso superprograma se pareceria à alguma coisa como: `/usr/bin/`. Dizemos que `bin`é uma subpasta da pasta `usr`,que ele mesmo está na raiz. +A pasta do nosso super programa se pareceria à alguma coisa como: `/usr/bin/`. Dizemos que `bin`é uma subpasta da pasta `usr`, que ele mesmo está na raiz. -> O Linux gerencia sem problemas os nomes dos arquivos contendo espaços, acentos e letras maiúsulas. No entanto, você enontrará mais nomes em minúsculas sem acentos nem espaços, como `usr`, `bin`,`apache`, etc. Lembre que você não está obrigado a seguir a mema regra, mas a maioria dos programas que você isntalar prefere usar nomes em minúsculo sem espaços nem acentos. +> O Linux gerencia sem problemas os nomes dos arquivos contendo espaços, acentos e letras maiúsulas. No entanto, você enontrará mais nomes em minúsculas, sem acentos e nem espaços, como `usr`, `bin`,`apache`, etc. Lembre que você não está obrigado a seguir a mesma regra, mas a maioria dos programas que você instalar prefere usar nomes em minúsculo sem espaços e nem acentos. #### As pastas da raiz No Windows, nós geralmente achamos as mesmas pastas na raiz: -`Docuemnts and Settings, Program Files, Windows`... -No Linux, as pastas são completamente diferentes. Nós vamos aqui uma breve e rápida lista das pastas mais comuns que sempre se encontram na raiz do Linux. Não é necessário decorar essa lista. Use a caso você queira saber o que é cada coisa. +`Documents and Settings, Program Files, Windows`... +No Linux, as pastas são completamente diferentes. Nós veremos aqui uma breve e rápida lista das pastas mais comuns que sempre se encontram na raiz do Linux. Não é necessário decorar essa lista. Use a caso você queira saber o que é cada coisa. * **bin** : contém os arquivos de programas (os executáveis) que vão ser usados por todos os usuários da máquina. * **boot** : arquivos que permitem o Linux inicialiar. -* **dev** : arquivos que contêm os periféricos. Suas subpastas representam cada uma um periférico. Assim, você por exemplo encontrar dentro dele o arquivo que representa o leitor de CD. +* **dev** : arquivos que contêm os periféricos. Suas subpastas representam cada uma um periférico. Assim, você pode encontrar dentro dele o arquivo que representa o leitor de CD, por exemplo. * **etc** : arquivos de configuração. -* **home** : repertórios pessoias. È aqui que você vai encontrar seus arquivos pessoais, um pouco como o meus documentos do Windows. +* **home** : diretórios pessoias. É aqui que você vai encontrar seus arquivos pessoais, um pouco como o meus documentos do Windows. Cada usuário do computador possui uma pasta pessoal. Por exemplo, no meu caso a minha pasta pessoal se encontra no `/home/josuegrace/.`Se tivesse um outro usúario (chamamos ele de matheus) no meu computador, ele teria também uma pasta própria a ele: `/home/matheus/.` * **lib** : pastas que contêm as bibliotecas compartilhadas (geralmente os arquivos `.so`) usados pelos programas. Esses arquivos são meio que o equivalente dos arquivos `.dll` do Windows. -* **media** : quando um dispositivo removível (como uma carta de memória SD ou uma chave USB) foi inserida no computador, o Linux permite o accessar a través da subpasta `media`. Isto se chama montagem. +* **media** : quando um dispositivo removível (como uma carta de memória SD ou uma chave USB) for inserida no computador, o Linux permite acessá-lo através da subpasta `media`. Isto se chama montagem. * **mnt** : é parecido com o `media`, porém por um uso temporário. -* **opt** : repertório usado para os *add-ons* dos programas. +* **opt** : diretório usado para os *add-ons* dos programas. * **proc** : contêm as informações do sistema. * **root** : é a pasta pessoal do usúario "root", o super-usúario da máquina. * **sbin** : contêm os progamas importantes do sistema. -* **tmp** : pasta temporária usados pelos programas para armazenar arquivos. -* **usr** : é uma das maiores pastas, dentro do qual serão instaladas a maioria dos programas do usúario. -* **var** : essa pasta contêm os "*logs*" do funcionamento da máquina. +* **tmp** : pasta temporária usada pelos programas para armazenar arquivos. +* **usr** : é uma das maiores pastas, dentro do qual serão instalados a maioria dos programas do usúario. +* **var** : essa pasta contêm os "*logs*" de funcionamento da máquina. #### Diagrama da arquitetura @@ -74,13 +74,13 @@ A raiz em cima é o `/`. Ela possui várias pastas que contêm várias pastas qu ## pwd & which : onde estou ? ------ -O número de pastas e de arquivos criados depois da instalaçaõ do sistema é tão grande que seria fácil de se perder. Com efeito, um número muito grande de programas foram pre-instaldos para você poder usufruir das possibilidades do Linux. +O número de pastas e de arquivos criados depois da instalação do sistema é tão grande que seria fácil de se perder. Com efeito, um número muito grande de programas foram pre-instalados para você poder usufruir das possibilidades do Linux. -Nós vamos agora ver como se repertoriar na arborescência das pastas. Você saberá então em qualquer momento onde você está no seu disco rígido. +Nós vamos agora ver como se localizar na arborescência das pastas. Você saberá então em qualquer momento onde você está no seu disco rígido. **`pwd`: mostrar a pasta atual** -Quando você abre o terminal pela primeira vez, Linux posiciona você na sua pasta pessoal, seu `home`. No meu caso por exemplo, a pasta dentro da qual serei colocado será: `/home/josuegrace`. +Quando você abre o terminal pela primeira vez, o Linux posiciona você na sua pasta pessoal, seu `home`. No meu caso por exemplo, a pasta dentro da qual serei colocado será: `/home/josuegrace`. Normalmente, o prompt de comando indica o nome da pasta onde estamos: @@ -88,9 +88,9 @@ Normalmente, o prompt de comando indica o nome da pasta onde estamos: Se você está se lembrando bem, o nome da pasta está entre o ":" e o "$". Então aqui estamos dentro da pasta "`~`", que significa a nossa pasta pessoal. -Essa indicação do prompt de comando é muito prático porém, é bom saber que existe um outro meio de saber o nome da pasta atual. É o comando **`pwd`**. `pwd`é a abreviação de "Print Working Directory", ou seja, "mostra a pasta atual". +Essa indicação do prompt de comando é muita prático porém, é bom saber que existe um outro meio de saber o nome da pasta atual. É o comando **`pwd`**. `pwd`é a abreviação de "Print Working Directory", ou seja, "mostre a pasta atual". -É um comando muito simples que não pega nenhum parâmetro. Você pode testar. +É um comando muito simples que não utiliza nenhum parâmetro. Você pode testar. > joesuegrace@josuegracestudy:~$ pwd /home/josuegrace @@ -122,7 +122,7 @@ Desta vez o programa não se encontra na pasta `/bin` porém na pasta `/usr/bin` ## `ls`: listar os arquivos e as pastas ----- -`ls` é um dos comandos que nós usamos no capítulo precedente. Aqui nós vamos enterar mais em detalhes do seu funcionamento (e de seus vários parâmetros...) +`ls` é um dos comandos que nós usamos no capítulo precedente. Aqui nós vamos entrar em mais detalhes do seu funcionamento (e de seus vários parâmetros...) Comecemos por digitar "ls" sem parâmetro dentro da nossa pasta pessoal. > josuegrace@josuegracestudy:~$ ls @@ -169,11 +169,11 @@ A sua pasta `home` é um bom exemplo pois ele é cheio de arquivos e pastas esco Agora você entende porque esses arquivos são escondidos: a lista é longa. -Dentro dos elementos que começam por um ponto "." são pastas, outros arquivos. A melhor forma de diferenciar é de comparar as cores: as pastas são em azul, o resto tem uma cor por default (branco por exemplo, ou preto). +Dentro dos elementos que começam por um ponto "." são pastas, outros arquivos. A melhor forma de diferenciar é comparar as cores: as pastas são em azul, o resto tem uma cor por default (branco por exemplo, ou preto). Os dois primeiros são um pouco estranhos: "." e "..". O primeiro representa na verdade a pasta atual, e ".." representa a pasta pai, ou seja, a pasta precedente na arborescência. Por exemplo, aqui estou no `home/josuegrace`, ".." representa então a pasta `home`. -> O parâmetro `-A` (a maíusculo) tem o mesmo significado: ele lista a mesma > coisa menos os elementos "." e "..". Tome cuidado letras maíusculas. +> O parâmetro `-A` (a maiúsculo) tem o mesmo significado: ele lista a mesma > coisa menos os elementos "." e "..". Tome cuidado letras maiúsculas. **`-F`: indicar o tipo de elemento** Esse parâmetro é muito útil para quem não usar a cor no terminal. Ele acrescenta um símbolo no final dos elementos para que se possa fazer uma distinção entre arquivos, pastas, atalhos... @@ -207,7 +207,7 @@ Cada coluna tem seu próprio significado. Da esquerda para direita: 6. a data da última modificação; 7. nome do arquivo (ou pasta). - > Você vai notar que no caso do atalho (se diz **link símbolico**), o > comando precisa para onde aponta o atalho (neste caso > /usr/share/example-content). + > Você vai notar que no caso do atalho (se diz **link símbolico**), o > comando simboliza para onde o atalho aponta (neste caso > /usr/share/example-content). **`-h`: mostrar o tamanho em Ko, Mo, Go...** @@ -359,9 +359,9 @@ O que significa "**volta atrás para / `home` depois volta atrás para `/` depoi Vai ser você que vai ter que escolher cada vez como escrever seu caminho. -#### Voltar ao repertório `home` +#### Voltar ao diretório `home` -Se você quer voltar no seu repertório `home` pessoal, existem várias opções: +Se você quer voltar no seu diretório `home` pessoal, existem várias opções: * **O jeito bruto**: basta escrever o caminho absoluto inteiro: > josuegrace@josuegracestudy:/usr/games$ cd /home/josuegrace